13.9.11

Ana tem olhos de pressão.
Deixa explodir, nega, deixa inundar corpos e corações.

9.9.11

O Peso da Tua Cadeira Vazia

Depois que você foi embora a única coisa que eu sabia fazer era sentar de frente pra tua cadeira e observar o vazio dela. Quanto pesava o vazio da cadeira. Puxava, quebrava, colocava outro no lugar e ele continuava lá a pesar. Apesar.
Era como se tivesse se apropriado daquela parte do chão, virasse algo como parte dele. Nem ele queria mais que você saísse de lá.
Hoje eu sento no teu vazio, a pesar. O que não melhora nada. Me tornei o vazio.

12.8.11

texto:aliceruizdesenho:leilapugnaloni

8.8.11

4.7.11

perigo é eu me esconder em você
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19.6.11

Aqui só se fala de amor.